quinta-feira, 17 de maio de 2007
Congresso da Juventude Popular
Devido a convite da COC, as duas moções de estratégia global têm um representante nas reuniões deste órgão. É uma participação que louvamos e que vem no espirito de entre-ajuda e construção plural da Juventude Popular que sempre defendemos e continuaremos a defender.
Ainda assim, a última reunião revelou um panorama no mínimo desolador para a JP. Senão vejamos, 40 concelhias eleitas e em funções não vão eleger qualquer delegado ao Congresso da JP, mais do que isto existem distritos inteiros, e não falo de Beja, que não elegeram qualquer Congressista ao XVI Congresso da Juventude Popular. Isto é sem dúvida o maior exemplo de desinteresse e desmotivação do militantes e das estruturas base da JP. De igual modo, poucos foram os delegados eleitos pela JP ao Congresso do CDS-PP estando mesmo em causa o preenchimento da quota a que a Juventude Popular tem direito no mesmo. Mais do que isto, pergunto-me a mim mesmo, se ao Congresso do CDS-PP exisitiriam problemas de preenchimento da nossa quota caso estivesse uma moção global elaborada pela JP em disputa como aconteceu no ano passado ... altura em que se ouviu no CN de Aveiro "é uma vergonha a JP estar com uma moção a congresso que não possa ser a escolhida e nos obrigue a ter um candidato", e ainda assim a JP esteve presente, através de um "grupo geracional" e teve o seu candidato. Este ano, já não é importante a JP, ou um "grupo geracional", estar presente no Congresso do CDS-PP ? Já não é importante a JP, ou um "grupo geracional", dar o seu contributo para o partido do qual somos a sua organização de juventude? ... mudam-se os tempos, mudam-se as pessoas ... mudam-se as vontades.
A JP têm um problema a nível de filiação e de motivação. É um facto óbvio, e mais cego do que aquele que não vê, é aquele que não quer ver. Temos de o encarar com seriedade e responsabilidade de modo a que possamos apresentar alternativas de crescimento e motivacionais. É, de facto, imperativo que se implante e motive os militantes para que possamos ter uma base de trabalho alargada e possamos ter mais participação. Será necessário uma comunhão de esforços da base até ao topo, um plano de implantação ambicioso e que trace metas e objectivos mediante as condições de cada distrito e que inclua a concertação com as concelhias do CDS e da JP existentes bem como com as Distritais e/ou Coordenadores Distritais e não seja mais um plano aleatório e inócuo, uma aposta clara nos Núcleos e no Associativismo, criando um Gabinete Interno presidido pelo Secretário Geral e com militantes com provas dadas no associativismo jovem, como mecanismos de crescimento assim como de reunião de informação altamente especializada sobre determinados temas a que a JP poderá aceder e utilizar quando pertinente, entre muitas outras propostas de re-organização e renovação da organização interna da Juventude Popular no sentido de preparar a estrutura para o futuro.
Crescer e Motivar são palavras que a próxima direcção-nacional da Juventude Popular tem de ter bem presentes nas suas orientações. Não podemos dar uma "fachada" de JP e sermos desprovidos de conteúdo e termos falta de capital humano que suporte de facto a nossa intervenção política a nível Concelhio, Distrital e Nacional.
Como diz o anúncio, "faz bem por dentro e isso ... vê-se por fora". É isso que temos de fazer na JP, fazer "jota" por dentro para que possa transparecer para fora!
Ainda assim, a última reunião revelou um panorama no mínimo desolador para a JP. Senão vejamos, 40 concelhias eleitas e em funções não vão eleger qualquer delegado ao Congresso da JP, mais do que isto existem distritos inteiros, e não falo de Beja, que não elegeram qualquer Congressista ao XVI Congresso da Juventude Popular. Isto é sem dúvida o maior exemplo de desinteresse e desmotivação do militantes e das estruturas base da JP. De igual modo, poucos foram os delegados eleitos pela JP ao Congresso do CDS-PP estando mesmo em causa o preenchimento da quota a que a Juventude Popular tem direito no mesmo. Mais do que isto, pergunto-me a mim mesmo, se ao Congresso do CDS-PP exisitiriam problemas de preenchimento da nossa quota caso estivesse uma moção global elaborada pela JP em disputa como aconteceu no ano passado ... altura em que se ouviu no CN de Aveiro "é uma vergonha a JP estar com uma moção a congresso que não possa ser a escolhida e nos obrigue a ter um candidato", e ainda assim a JP esteve presente, através de um "grupo geracional" e teve o seu candidato. Este ano, já não é importante a JP, ou um "grupo geracional", estar presente no Congresso do CDS-PP ? Já não é importante a JP, ou um "grupo geracional", dar o seu contributo para o partido do qual somos a sua organização de juventude? ... mudam-se os tempos, mudam-se as pessoas ... mudam-se as vontades.
A JP têm um problema a nível de filiação e de motivação. É um facto óbvio, e mais cego do que aquele que não vê, é aquele que não quer ver. Temos de o encarar com seriedade e responsabilidade de modo a que possamos apresentar alternativas de crescimento e motivacionais. É, de facto, imperativo que se implante e motive os militantes para que possamos ter uma base de trabalho alargada e possamos ter mais participação. Será necessário uma comunhão de esforços da base até ao topo, um plano de implantação ambicioso e que trace metas e objectivos mediante as condições de cada distrito e que inclua a concertação com as concelhias do CDS e da JP existentes bem como com as Distritais e/ou Coordenadores Distritais e não seja mais um plano aleatório e inócuo, uma aposta clara nos Núcleos e no Associativismo, criando um Gabinete Interno presidido pelo Secretário Geral e com militantes com provas dadas no associativismo jovem, como mecanismos de crescimento assim como de reunião de informação altamente especializada sobre determinados temas a que a JP poderá aceder e utilizar quando pertinente, entre muitas outras propostas de re-organização e renovação da organização interna da Juventude Popular no sentido de preparar a estrutura para o futuro.
Crescer e Motivar são palavras que a próxima direcção-nacional da Juventude Popular tem de ter bem presentes nas suas orientações. Não podemos dar uma "fachada" de JP e sermos desprovidos de conteúdo e termos falta de capital humano que suporte de facto a nossa intervenção política a nível Concelhio, Distrital e Nacional.
Como diz o anúncio, "faz bem por dentro e isso ... vê-se por fora". É isso que temos de fazer na JP, fazer "jota" por dentro para que possa transparecer para fora!